DUAS dezenas de empresários brasileiros chegam a Moçambique em missão empresarial de 15 a 20 de Novembro do ano corrente.
A
missão reúne pequenos e médios empresários, nas áreas de agricultura,
especialmente a familiar; construção da casa própria e de hotéis;
tratamento de lixo; turismo; e educação, principalmente ensino técnico,
com a perspectiva de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento
Económico e Social (BNDES), tendo como agente financeiro o Banco do
Brasil (BB).
Com
efeito, para disponibilizar informações detalhadas acerca das
facilidades do mercado moçambicano, o embaixador de Moçambique no
Brasil, Manuel Tomás Lubisse, e seus assessores reuniram-se no dia 26 de
Agosto com empresários e técnicos do Governo Federal e da academia. No
encontro, Lubisse enfatizou os laços históricos e culturais entre Brasil
e Moçambique, e a estabilidade democrática no nosso país, especialmente
o ambiente seguro para investidores, no contexto de um mercado
consumidor crescente. Na reunião, esteve igualmente presente o
presidente da Associação Nacional de Empresários e Empreendedores
Afro-Brasileiros (ANCEABRA), João Bosco Borba, consultor do mercado
africano e membro do Conselho de Desenvolvimento Económico e Social da
Presidência da República.
Falando
das facilidades de implantação no mercado moçambicano, o embaixador
Lubisse explicou que uma empresa, por exemplo, chega a ser aberta em
apenas um dia no Balcão Único, órgão que congrega todas as instituições
para a abertura de uma empresa, e que o mercado moçambicano está
integrado num bloco económico de 14 países da África Subsaariana,
interessado na agricultura familiar, habitação, cursos técnicos e
tratamento de lixo.
Para além de Maputo, estes empresários pretendem escalar a cidade de Tete
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